domingo, 2 de junho de 2013

FAZENDO RAP NA FAIXA DE GAZA


 
O estudante palestino Ibrahim Ghunaim, 21, esbarrou na reportagem da Folha enquanto cruzava pela primeira vez a fronteira com Israel. Ansioso, falava sobre suas apresentações de rap e sobre a vida estreita na faixa de Gaza. Após o concerto, conversou ao telefone sobre os desafios de fazer música em tempos de Hamas --segundo ele, o grupo extremista que domina a área não vê seus shows com bons olhos.
Sou rapper desde 2006. Era tão jovem quando comecei! Mas as pessoas dizem que sou o número um de Gaza.
Escrevo sobre o que vejo e sobre o que quero ver. Falo de mim, do meu povo, da situação, da causa palestina.
Tenho muitos problemas por causa da música. Fui preso várias vezes por fazer shows sem permissão do Hamas. Mas por que preciso de permissão? Não é um país livre?
O Hamas não aceita nenhum show em Gaza. Temos de procurar oportunidades fora daqui. O governo não nos deixa fazer música.
Em 2011, eu vendia mil ingressos para um show. Venderia mais hoje, mas não me apresento sozinho há dois anos porque o Hamas não permite. O último concerto só fiz por ter apoio de uma grande empresa em Gaza.
Acabei de voltar de Jerusalém. Fui convidado pelo consulado francês para uma apresentação. Meu show foi ótimo. Foi minha primeira visita a Jerusalém. Os convidados disseram que esse foi o melhor concerto da noite.
Só consigo fazer shows quando tenho apoio de entidades estrangeiras. O Hamas não diz "não" aos europeus. Só aos moradores de Gaza.
Não fui pago. Eles me levaram da fronteira até Jerusalém e me trouxeram de volta. Fiquei na casa de amigos, em Jerusalém e na Cisjordânia.
Estudo relações públicas e marketing na Universidade Palestina. Meu pai paga o curso. Não tenho emprego. Se achasse um trabalho, ainda assim não conseguiria me alimentar com o salário. Quando ouviu minhas músicas, minha família me deu liberdade para fazer o que quiser.
Estou trabalhando no meu primeiro projeto. Vão ser dez vídeos, vou traduzir para sete línguas. É difícil ter recursos; pago tudo do meu bolso. Ninguém apoia essa música, qualquer música, em Gaza.
Escolhi fazer rap porque posso dizer o que quiser. Talvez em outros gêneros de música eu não pudesse cantar sobre esses assuntos. O Hamas diz que o rap não é parte da nossa cultura, que é uma coisa que pegamos do Ocidente. Querem que a gente cante só orações em árabe.
Tento fazer eles ouvirem nossas canções, mas eles não nos dão uma chance. Eu posso ser uma pessoa importante em Gaza. Posso fazer muito dinheiro, se deixarem.
O nome da minha canção "Min Aja" significa "quem está vindo". Estou falando sobre mim mesmo e sobre os rappers que me criticam.
Os árabes não têm uma causa em comum: só a língua nos une. Cada um tem a própria causa. A minha é a palestina. Estamos morrendo aqui, mas continuamos de pé para conquistar nosso país.
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MAIS FÁCIL ACHAR OURO QUE MÉDICO, DIZ CHEFE DE HOSPITAL DO CÂNCER



"Está mais fácil achar ouro do que encontrar [médico] especialista". A afirmação é de Henrique Prata, diretor do Hospital de Câncer de Barretos -referência no tratamento público da doença- que apoia "110%" a proposta do governo federal de facilitar a vinda de médicos estrangeiros para atuar no Brasil.
Defensor da ideia de trazer profissionais de outros países mesmo antes do plano do governo, Prata disse que o próprio hospital administrado por ele tem hoje um déficit de 70 médicos. Não consegue ocupar as vagas, segundo o diretor, por falta de gente no mercado.
"Não tem médico. Concordo 110% com essa visão do governo. Falta profissional no interior, e só assim [com a 'importação'] será possível resolver o problema. Nós não achamos [médicos], principalmente especialistas."
A medida é polêmica e já recebeu críticas de entidade como o CFM (Conselho Federal de Medicina), que diz que um dos principais problemas da falta de médicos no país são os baixos salários.
Prata defende, porém, a qualidade dos médicos estrangeiros. Por isso, afirma o diretor, ele cita os casos de profissionais da saúde da Espanha e de Portugal.
"Eu conheço a maioria das faculdades [de medicina] de Portugal. Estão no nível de USP. Na Espanha também. São países sérios. E o nível de formação deles é muito bom."
Em Barretos, Prata tem hoje pesquisadores estrangeiros no hospital. Em 2011, quando o hospital de câncer tinha déficit de 38 oncologistas, ele disse à Folha que pensava em resolver o problema trazendo médicos estrangeiros. Isso só não foi feito ainda, segundo Prata, por "questões burocráticas".
NA PRÁTICA
A situação, declara, é pior em regiões onde há menor concentração de profissionais. O Hospital de Câncer de Barretos tem um programa que faz atendimento de saúde no Norte e Nordeste do país, com carretas que percorrem essas regiões.
"Lá, é uma tristeza", afirma ele referindo-se à falta de profissionais nos locais por onde passam as unidades móveis de atendimento.
"Esse problema você não supera do dia para a noite. A medida do governo é correta. Foi preciso muita coragem para mexer nesse vespeiro. Tem que ter firmeza", avalia Prata, para quem os opositores à ideia de trazer estrangeiros são corporativistas.
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IDOSO VIVE MAIS EM SÃO PAULO, MAS COM MENOS SAÚDE, APONTA ESTUDO




Os idosos de São Paulo estão vivendo mais, mas em piores condições de saúde. Na última década, a taxa de de incapacidade por doenças cresceu 78,5% entre os homens e 39,2% entre as mulheres acima de 60 anos.
Entre 2000 e 2010, essa população ganhou, em média, dois anos a mais de expectativa de vida, mas perdeu até três de vida saudável.
Os dados vêm de um estudo inédito obtido pela Folha feito a partir de um projeto da Faculdade de Saúde Pública da USP que acompanha diferentes gerações de idosos desde 2000.
A expectativa de vida de homens de 60 a 64 anos passou de 17,7 para 19,7 anos. No mesmo período, o número de anos de incapacidade pulou de 4,4 para 7,2. Entre as mulheres da mesma faixa etária, os anos de incapacidade passaram de 9,4 para 13,2.
Esse descompasso entre a vida longa e a vida saudável também vem sendo observado em outros países. No ano passado, um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard comparou as condições de saúde entre 1990 e 2010 em 187 países.
A conclusão foi que a expectativa de vida cresceu, em média, cinco anos, mas pelo menos um ano foi de vida com incapacidade.
"Saúde significa mais do que retardar a morte ou elevar a expectativa de vida ao nascer. Precisamos entender melhor como ajudar as pessoas a viver os anos extras em boas condições de saúde", afirma Joshua Salomon, professor de Harvard e um dos autores do estudo.
PREVENÇÃO
A boa notícia é que, segundo o estudo da USP, vale a pena investir em prevenção mesmo na velhice, seja incentivando a prática de atividades físicas e dieta equilibrada seja mantendo sob controle as doenças já instaladas.
"Isso quebra preconceitos. As pessoas pensam que prevenção só cabe aos jovens, mas ela deve ser incentivada para que os idosos tenham mais qualidade de vida independentemente das doenças que já tenham", diz o geriatra Alessandro Campolina, autor do estudo da USP.
O médico também fez projeções sobre o impacto das doenças que mais afetam os idosos. Se a hipertensão e a diabetes fossem controladas, por exemplo, os homens ganhariam até seis anos de expectativa de vida livre de incapacidade.
O aposentado Juan Gimenez Torres, 76, aposta nisso. Controla a pressão alta com remédios, e nem a prótese que tem no joelho é desculpa para fugir da academia.
Praticando atividade física três vezes por semana, perdeu oito quilos e atingiu a marca que desejava: 80 kg.
"Muito idosos acham que estão velhos para começar qualquer coisa. É um erro. Nunca é tarde. Tem que parar de ficar só reclamando."
A prevenção e o controle das doenças crônicas, que respondem por quase 70% da carga de enfermidades dos idosos, são as chaves para um envelhecimento saudável.
O estudo da USP revelou que existe um grupo de doenças cujo controle aumentaria a expectativa de vida livre de incapacidade. São elas: problemas cardíacos, diabetes, hipertensão, quedas e doença pulmonar crônica.
O trabalho alerta para o aumento do sobrepeso e da obesidade, que estaria ligado a uma maior prevalência das doenças cardíacas e cérebrovasculares.
O câncer também vem aumentando na população idosa. Entre os homens, tumores de pulmão, próstata e colorretal são os mais prevalentes. Entre as mulheres, são os de mama, pulmão e colorretal.
As doenças mentais, articulares e as quedas são outros fatores importantes de incapacidade.
Para o médico Alessandro Campolina, os dados deveriam nortear os programas de prevenção e a alocação de recursos. "Não é só fornecer medicamentos. É preciso uma rede de assistência voltada para as necessidades dos idosos."
DIFICULDADES
Para a médica Maria Lúcia Lebrão, professora titular de epidemiologia da USP, faltam políticas públicas eficientes no país.
"É muito papel escrito, mas as coisas não caminham. Um terço dos idosos de São Paulo enfrenta dificuldades imensas. Muitos vivem sozinhos, trancados em casa, explorados pelas famílias, desnutridos e deprimidos. É triste."
Segundo ela, estudos já verificaram que até 40% dos idosos não têm contato social. "Muitos não têm limitação física, mas faltam estímulos."
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POLÍCIA TURCA DEIXA PRAÇA DE ISTAMBUL APÓS SEGUNDO DIA DE CONFRONTOS



Sob acusações de excessos, a polícia turca deixou neste sábado a praça Taksim, no centro de Istambul, após dois dias de enfrentamentos com manifestantes, acampados no local. Estes confrontos envolveram o uso de canhões d'água e o lançamento de bombas de gás lacrimogêneo e deixaram dezenas de feridos.

Os manifestantes se opõem à construção de um shopping em um parque anexo à praça que, dizem, destruirá várias árvores. O movimento, porém, se tornou também um protesto contra o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan e seu governo.

Um mandado administrativo ordenou a paralisação das obras no parque, ontem, mas Erdogan colocou em dúvida a validade da decisão judicial, afirmando que isso pode "suscitar perguntas" e "criar mais conflito."

Em um discurso transmitido pela TV, Erdogan pediu pelo fim dos protestos. "A cada quatro anos nós realizamos eleições, e esta nação faz a sua escolha", afirmou. "Aqueles que têm um problema com as políticas governamentais podem expressar sua opinião dentro da estrutura da lei e da democracia... Estou pedindo aos manifestantes que cessem imediatamente essas ações."

É um dos maiores protestos já registrados contra o governo islamita de Erdogan, que muitos de seus opositores consideram conservador e autoritário.

O presidente da Turquia, Abdullah Gül, pediu "maturidade" em meio à tensão surgida pelos violentos enfrentamentos. Gül disse, em comunicado, que ter pontos de vista e opiniões diferentes "é a riqueza de uma sociedade democrática" e acrescentou que "o importante é discutir de forma civilizada e é preciso estar aberto ao diálogo e escutar opiniões diferentes".
 
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sábado, 1 de junho de 2013

HOSPITAL USA FÓRMULAS DE SUPER-HERÓIS NO TRATAMENTO DE CÂNCER INFANTIL

 

 
Personagens da DC Comics ajudam os pequeninos a verem o tratamento de uma forma positiva.
A JWT Brasil criou uma ação para o Hospital A.C. Camargo capaz de encher de lágrimas os olhos de qualquer um. Para mudar a percepção negativa de crianças sobre o tratamento contra o câncer, a agência contou com a trama de super-heróis, deixando os pequeninos mais confiantes em meio a momentos tão delicados.
Para isso, os soros de quimioterapia ganharam uma nova roupagem. Uma embalagem com cores e brasões de heróis da DC Comics dão aos medicamentos o visual de “superfórmula” capaz de ajudar os heróis a superarem as adversidades.
As crianças receberam HQs com a luta dos heróis contra vilões poderosos, mostrando que a solução estava na cura dos personagens principais, garantida pela “superfórmula” criada por médicos experientes. A fórmula dos quadrinhos era exatamente igual àquela que os pacientes recebiam no hospital. Para completar ostorytelling, foram feitas adesivagens em alguns espaços do hospital, que ganhou “Halls da Justiça” no lugar de quartos.
Fonte: JWT Brasil
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SITE LISTA AS 100 ESPÉCIES COM MAIOR RISCO DE EXTINÇÃO



Entre plantas e animais, o Best Colleges Online mostra quais são as espécies atualmente em contagem regressiva para o desaparecimento — de macacos a tarântulas, de ratos a árvores de cocos.
O site Best Colleges Online traz uma lista com as 100 espécies que atualmente correm maior risco de acabar desaparecendo da face da terra. Não se trata apenas de animais, entretanto.
Há também inúmeras plantas no rol — uma das quais é, inclusive, a espécie mais ameaçada atualmente. Trata-se do coqueiro Voanioala gerardii, cuja população atual é estimada em menos de 10 exemplares adultos. O site também lista os motivos para a ameaça. No caso da Voanioala gerardii, a exploração extensiva e o desmatamento do local (a península de Masoala, em Madagascar)
Fonte: Best Colleges Online
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CHINÊS COM PROBLEMAS MENTAIS VIVE HÁ 11 ANOS EM UMA JAULA



Acorrentando pela família, Yuanhong recebe comida pelo vão da cela; "minhas lágrimas secaram", afirma mãe.
O chinês Wu Yuanhong, de 42 anos, vive há mais de uma década dentro de uma jaula estreita, sem nenhum contato com o mundo exterior. Recebe alimentos entre os vãos da cela e, no espaço que lhe cabe, reserva seus dias à rotina de dormir e aguardar pela próxima refeição. O chinês vive também acorrentado pela família.

Com esquizofrenia aguda, Yuanhong agrediu uma criança de 13 anos até à morte em 2001 e tem crises psicóticas de extrema violência. A justiça chinesa, em razão dos problemas mentais do acusado, não pode aplicar uma pena comum.

Sem respaldo jurídico e sem condições de abrigar Wu Yuanhong em uma prisão para deficientes mentais, as autoridades judiciais da província de Jiangxi – onde aconteceu o crime - liberaram o acusado em 2002. As agências internacionais não conseguiram até o momento entrar em contato com o governo local.
Após ser liberado pela justiça, a própria família de Yuanhong resolveu acorrentá-lo. A jaula – cárcere privado – só veio após uma fuga do chinês, que resultou em diversos distúrbios na região onde mora.

“O meu filho pode ser louco e ter assassinado alguém, mas é meu filho. Colocá-lo numa jaula com as minhas próprias mãos foi muito difícil, como ser apunhalada”, disse Wang Muxiang, a mãe de Wu,  ao jornal Information Daily.

Wang dá três refeições ao filho por dia, colocando um pano sobre a jaula e fornecendo-lhe um recipiente sempre que Wu precisa fazer suas necessidades. Ele recebeu o diagnóstico de esquizofrenia aos 15 de anos de idade. “Cada vez que lhe dava comida, sentava-me ao pé da jaula e chorava”, descreve Wan. “Agora as minhas lágrimas secaram”, relata em uma entrevista emocionada.
Na China, muitos doentes mentais não recebem o tratamento adequado devido à falta de recursos e de profissionais qualificados, especialmente nas áreas rurais.

Em 2010, o ministro da saúde chinês disse que só havia cerca de 20 mil psiquiatras para uma população de 1,35 bilhão de pessoas, relatava o China Daily na altura. Segundo as autoridades chinesas, em 2009 seriam perto de 170 milhões as pessoas a sofrer de qualquer tipo de doença mental, das quais 16 milhões com doenças muito graves.
<<<Opinião NÃO QUESTIONE>>>
Esta e demais noticias que eu posto em meu Blog não é para criar sencionalismo, mas sim tenho desejo que eu dia venhamos a ser menos egoistas, pois a única coisa que costumamos a fazer é cuidar de nossos proprios problemas e o resto, acaba sendo o resto.
 
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CUBA É O MELHOR PAÍS DA AMÉRICA LATINA PARA SER MÃE


 
Cuba é o melhor país da América Latina para ser mãe, diz estudo. No topo da lista, elaborada entre 176 países, está a Finlândia, enquanto a República Democrática do Congo está em último
Cuba é o melhor país da América Latina para a maternidade e o 33º do mundo, segundo um índice da organização britânica Save the Children. No topo está a Finlândia e a República Democrática do Congo em último. Os Estados Unidos estão em 30º lugar e o Brasil em 78º.
A ONG, cuja sede fica em Londres, leva em conta fatores como bem-estar, saúde, educação e situação econômica das mães, assim como a taxa de mortalidade infantil e materna, para definir a tabela.
Levando em conta somente a América Latina e Caribe, Cuba está à frente da Argentina (36), Costa Rica (41), México (49) e Chile (51). O Haiti está no 164º lugar. Também em postos relativamente baixos estão Honduras (111), Paraguai (114) e Guatemala (128). A Venezuela está em 66º.
 
 “Apesar de a América Latina ter conseguido enormes avanços, podemos fazer mais para salvar e melhorar a vida de milhões de mães e bebês recém-nascidos que se encontram na maior situação de pobreza”, afirmou o diretor da Save the Children para a América Latina, Beat Rohr. Ele disse que os maiores avanços foram registrados no Brasil, Peru, México e Nicarágua.
 
O Índice de Risco do Dia do Parto, elaborado pela primeira vez, revela que 18 % de todas as mortes de crianças menores de 5 anos na América Latina ocorrem durante o dia de nascimento. As principais causas são nascimentos prematuros, infecções graves e complicações durante o parto.
 
Contudo, a mortalidade neonatal na região diminuiu 58 % nas últimas duas décadas, apesar de ainda existir uma grande diferença na atenção dada às pessoas ricas e às com menos recursos, ressalta o estudo. A Save the Children estima que, a nível mundial, mais de um milhão de recém-nascidos poderia ser salvos todos os anos caso o acesso à saúde fosse universal.
 
“Quando as mulheres têm educação, representação política e uma atenção materna e infantil de qualidade, elas e seus bebês têm muito mais probabilidades de sibreviver e prosperar, assim como a sociedade na qual vivem”, sublinhou Rohr.
 
Fonte: Opera Mundi