terça-feira, 3 de março de 2015

EVOLUÇÃO DO GOLPISMO LATINO-AMERICANO


Os ingredientes do golpe latino-americano de última geração – à moda paraguaia, como o que derrubou Fernando Lugo ‘institucionalmente’, em junho de 2012 – perambulam na cena política brasileira.

O conservadorismo esquenta o forno. Enquanto vai aspergindo ingredientes no noticiário isento, o juiz Moro vasculha a Petrobras.

Não deu ainda?

Então desloque-se a força tarefa da coação – ou delação premiada – para o setor elétrico. E para onde mais for preciso.

Em algum canto há de se encontrar a brasa dormida capaz de acionar a espoleta no interior do paiol entupido de ‘provas’.

BUM!

As manchetes do dia seguinte estão prontas. Assim como sempre estiveram as sentenças dos julgamentos a que foram e serão – porque o serão – submetidos os integrantes da liderança petista.

Montadas em garrafais inexcedíveis na história do jornalismo pátrio, ofertarão aos anais da profissão um desembaraço golpista sem precedente.

Nem mesmo o entusiasmo junino com o qual a gloriosa mídia democrática recepcionou o golpe de estado de 1964, rivalizará com o que se cozinha agora nas fornalhas dos barões das comunicações.

Essa turma sabe como ninguém dar a um estupro as honras do matrimônio de conveniência liberal.

Que contrapesos poderiam, ou melhor, já deveriam ter sido acionados diante da judicialização da política e da sabotagem midiática que, de forma sintomaticamente desabrida, compõem um corredor polonês asfixiante em torno de um governo democrático e progressista?

Em que medida é realista apostar em um alicerce defensivo ancorado exclusivamente nas instituições existentes, quando o propósito em algumas delas – adornado de toga impoluta – é o de derrubar o que deveriam guarnecer?

No Especial deste fim de semana, Carta Maior convida seus leitores a revisitarem a evolução do golpismo latino-americano. Não por uma curiosidade enciclopédica, mas pela urgência inscrita nos dias que correm.

O convite é para uma leitura militante.

Trata-se de identificar nas lições de cada episódio os flancos em aberto, os equívocos teóricos e organizativos, as omissões e o voluntarismo antecedentes.

Em resumo: aquilo que permitiu – encorajou – o conservadorismo a enclausurar décadas da história latino-americana no túnel sombrio do retrocesso econômico, da brutalidade policial, da tortura aviltante e da censura fascista.

Estamos falando de um arcabouço profissional, não de bravatas, mas de instituições e recursos direcionados a esse fim.

A Escola das Américas, criada em 1946, por exemplo, é um dos braços da sedimentação antiprogressista. Hoje rebatizada de Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação em Segurança, vinculada ao Departamento de Defesa norte-americano, treinou mais de 60 mil militares latino-americanos.

Seu currículo inclui disciplinas como ‘contra-insurgência anticomunista’, guerra psicológica, técnicas de tortura, execuções sumárias e outras miudezas do ramo.

Ilustres alunos souberam aplicar com denodo as lições aprendidas na realidade de seus países. Entre eles, figuram o Brigadeiro Burnier (suspeito de ser responsável pela execução de Rubens Paiva, Stuart Angel e do educador Aníso Teixeira), os ditadores Noriega, Viola e Banzer para citar apenas alguns expoentes do seleto grupo de ex-formandos.

O propósito desse retrospecto, insista-se, é sublinhar que não estamos falando de ontem.

Mas das evocações que esse histórico inspira no Brasil de 2014.

O processo chileno, por exemplo, tem recados a dar ao governo atual do PT?

E aos que se posicionam à esquerda do governo do PT?

É um dever sublinhar: a coragem e a dignidade de Salvador Allende e a de milhares de homens e mulheres que, a exemplo dele, perderam a vida e entes queridos naquele e em outros massacres da história regional, não estão em questão aqui.

O que se busca debater são os equívocos do processo histórico. E, sobretudo, arguir as alternativas – urgentes – que deveriam ser providenciadas à luz da realidade brasileira em curso.

Quando Allende chegou ao poder em 21 de setembro de 1970, uma contrarrevolução marchava ao redor do mundo.

A luta armada contabilizava derrotas sucessivas na América Latina.

Ditaduras multiplicavam-se. A brasileira já tinha seis anos e inaugurava a fase mais sombria, quando as lições da Escola das Américas ganhavam sangrentas aplicações práticas.

O choque do petróleo abalaria adicionalmente o poder estadunidense, já corroído pelo déficit e a inflação decorrentes dos gastos militares na desastrosa aventura do Vietnam, onde o mais poderoso exército da terra seria derrotado de forma cabal e humilhante.

A emergência de um Chile a bordo de uma sedutora mescla de democracia e socialismo era o lança-chamas solto no paiol de um império inflamável e inflamado.

Allende foi o primeiro governante da história regional a incluir a participação de quatro ministros operários, três comunistas e um socialista em sua equipe.

Enquanto a Unidade Popular evocava estrito respeito à ordem democrática, um programa de desestabilização minava a sociedade e a economia em quatro frentes.

A saber: criando a sensação de caos econômico (‘fazer a economia gritar”, era a diretriz do departamento de Estado norte-americano acusado – entre outros feitos – de financiar uma interminável greve de caminhoneiros chilenos); promovendo o descrédito através dos meios de comunicações (o El Mercúrio pautava diariamente os demais veículos, como a Globo o faz hoje); seduzindo fileiras das Forças Armadas (US$ 8 milhões da CIA estavam disponíveis…) e multiplicando conflitos de rua – manifestações contra o governo, panelaços e atentados a cargo de grupos paramilitares passaram a ser a rotina do país

O retrospecto enseja variados alertas à latejante atualidade brasileira.

Sem maioria, Allende foi submetido a um esgotante jogo parlamentar, que o obrigou a demitir ministros, retirar projetos, renunciar a iniciativa.

Tudo sob o fogo cerrado da mídia e da sabotagem articulada entre interesses econômicos internos e internacionais.

Não estamos falando da Lava Jato e da desclassificação do rating da Petrobras pela Moody’s.

É do Chile de Allende que se trata aqui...

Pressionado, o governo socialista dispensou 155 rádios oposicionistas de integrarem o guarda-chuva da cadeia nacional, através da qual o presidente ainda falava à Nação.

Foi como instituir uma rede de radiodifusão paralela, autônoma e golpista.

O conjunto martelava diuturnamente a insatisfação popular com a crise.

Qual crise?

Qualquer crise. Real, virtual, presente ou anunciada.

Ainda é do golpe no Chile que estamos falando.

Em 11 de setembro de 1973, ‘a economia gritava’, como ordenara Washington.

Os decibéis eram amplificados, retransmitidos e repercutidos em escala nacional pela emissão conservadora.

A insuficiente organização popular para defender o governo evidenciaria, então, o preço caro da aposta na democracia representativa (e no Exército profissional) como fiadora exclusiva da governabilidade progressista.

Os textos reunidos no Especial de Carta Maior merecem leitura atenta nos sinais que emitem ao presente.

Como um velho farol solitário, o ano de 1973 lança alertas sobre os rochedos e as armadilhas que hoje, como há quatro décadas, separam os vagalhões da terra firme.

A luz intermitente do farol de 1973 parece dizer que mesmo para quem vai devagar, é necessário ter clareza do porto ao qual se quer chegar.

E dispor de velas – e leme firme – para isso.

Em 2012, poucos dias depois do golpe contra o presidente paraguaio, Fernando Lugo, Carta Maior conversou com a socióloga argentina, Lorena Soler, professora da Universidade de Buenos Aires, especialista em história da América Latina e Caribe.

Profunda conhecedora da política do Paraguai, onde acompanhara de perto o fulminante processo de destituição de Lugo por um legislativo belicosamente conservador, Lorena sintetizou as mutações e o fio unificador da maioria dos revezes vividos pela esquerda regional.

Sua advertência, infelizmente, vibra uma atualidade inquietante no cenário brasileiro atual:

'O novo golpismo liderado por civis', dizia ela, ‘recorre a formatos constitucionais e mantém uma fachada institucional, sendo o caso mais ilustrativo a substituição “constitucional” de Zelaya em Honduras, em 2009. No entanto, hoje, como sempre, a possibilidade de se apelar a uma legalidade abstrata, profundamente ideológica, disfarçada de imparcialidade, só é plausível quando não há setores mobilizados que disputem esse argumento. Enfim’, advertia a professora, ‘não há revolução – nem resistência – sem sujeito histórico organizado’.

Fonte: Carta Maior

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BRASIL: HOMEM INVADE APARTAMENTO DE MULHERES PARA ARRANCAR BANDEIRAS VERMELHAS - COM VÍDEO


Durante protesto contra Dilma em Santa Catarina, manifestante invade apartamento de duas mulheres para arrancar as bandeiras vermelhas da sacada, apoiado por gritos e aplausos do grupo. Ele é acusado de agressão física e verbal. O incidente foi registrado em vídeo

No último sábado (28), um protesto contra a presidenta Dilma e o PT contou com cenas de agressão e intolerância em Chapecó (SC). O grupo passava por um prédio quando avistou bandeiras do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do PCdoB em um dos apartamentos. Sem pensar duas vezes, um dos manifestantes invadiu o domicílio de duas mulheres, na tentativa de retirar as bandeiras à força, e recebeu o apoio da massa com gritos e aplausos.

As moradoras acusam o homem de invasão, além de agressão física e verbal. Um boletim de ocorrência, inclusive, já foi registrado contra ele por decorrência do ato. Uma fonte que diz conhecer o manifestante o identificou como Alex e afirmou que o invasor é natural do Rio de Janeiro e veio para o interior catarinense para trabalhar em uma empresa de aviação. Ele seria uma figura conhecida por suas posições anti-esquerdistas.

O militante do PCdoB em Chapecó Sérgio Scheffer condenou a atitude, que classifica como uma “insanidade”. “É um ato de destempero e descontrole total. Ele está cerceando o direito das pessoas de terem a sua opinião política. Esse é um grupo mais radicalizado, mais à direita, muito alimentado pelas redes sociais, que propagam essas ideias”, comenta.


Fonte: Forum

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CONTRATO DE VENDA DE MÍSSEIS PANTSIR AO BRASIL DEVERÁ SER ASSINADO ESTE ANO - COM VÍDEO


Segundo o vice-chefe da empresa russa Rosoboronexport, Sergei Goreslavskiy, o sistema de mísseis antiaéreos Pantsir que a Rússia está promovendo no mercado mundial é um armamento inovador.

O contrato de fornecimento do sistema Pantsir ao Brasil pode ser assinado no ano corrente, declarou Goreslavskiy.

Ele sublinou que os lados brasileiro e russo estão a negociar ativamente o fornecimento do sistema de defesa Pantsir S1.

“Esperamos assinar este ano o contrato”, disse ele à rádio russa Ekho Moskvy.

Segundo ele, o complexo de defesa antiaérea é um produto novo que a Rosoboronexport está promovendo no mercado global. Na base do sistema está o complexo usado para garantir a segurança durante os Jogos Olímpicos em Sochi, que inclui sistemas de defesa antimíssil (DAM) e sistemas “cidade segura”.

"Estamos trabalhando ativamente com o Brasil sobre a questão", disse ele, lembrando que Brasil vai sediar os Jogos Olímpicos de Verão de 2016. "Um protótipo do caça de quinta geração russo-indiano FGFA (Fifth Generation Aircraft Fighter) aparecerá em 2018", disse ainda Goreslavsky.

"Está previsto apresentar o protótipo em 2018, se o processo de negociação decorrer a bom ritmo", disse ele à Ekho Moskvy.

Goreslavskiy explicou que o protótipo será capaz de levitar e declarou que em 2015 a Rússia e a Índia começarão o trabalho de desenvolvimento da documentação do projeto. Ele também lembrou que a Rússia está a negociar a preparação para construção do helicóptero Ka-226 na Índia.


Fonte: Sputnik

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FEMEN: EM BARCELONA, FEMEN PROTESTA CONTRA MARK ZUCKERBERG


A empresa de Zuckerberg tem como política remover páginas que, em sua opinião, violam as regras de conteúdo da rede social, como o veto à exibição de corpos nus

Com seios de fora e mensagens escritas no corpo, ao menos três manifestantes apareceram do lado de fora do Mobile World Congress, maior feira do setor de telecomunicações no mundo, momentos antes da apresentação do fundador do Facebook. Elas não entraram no evento e foram logo detidas.

A empresa de Zuckerberg tem como política remover páginas que, em sua opinião, violam as regras de conteúdo da rede social, como o veto à exibição de corpos nus. Esse tipo de medida tirou do ar publicações do grupo, famoso pelo protesto de mulheres exibindo os seios. Em 2013, um post da Folha de S.Paulo noticiando um protesto do Femen também foi deletado pelo Facebook.

No protesto em Barcelona, as mulheres exibiam o corpo pintado com mensagens como "Zuckerberg, deixe meus mamilos em paz" (em tradução livre) e cartazes com inscrições como "Facebook, sexismo é um dos nossos termos e condições". De origem ucraniana, o Femen tem como linha de ação buscar a maior cobertura de mídia possível para seus protestos.

Fonte: O Tempo

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segunda-feira, 2 de março de 2015

INTERNET DE BANDA LARGA É REGULAMENTADA COMO 'BEM PÚBLICO' NOS EUA


Por três votos contra dois, a neutralidade da rede ganhou uma importante batalha nos EUA contra os grandes distribuidores e produtores de conteúdos online.

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) norte-americana concluiu vários anos de debates na indústria de fornecedores e conteúdos da internet sobre se seria legítimo criar “auto-estradas” na internet para conteúdos pagos, com acesso prioritário face ao restante tráfego. Os operadores que dominam o mercado estão contra a medida e a companhia Verizon veio dizer que as novas diretivas “impõem à internet regras do tempo da locomotiva a vapor e do telégrafo”, referindo-se à lei em que se baseou a decisão da FCC para considerar agora a internet de banda larga de alta velocidade como um bem público.

“É um dia muito importante para a internet e os seus utilizadores. A FCC tem finalmente regras para assegurar a neutralidade da net”, afirmou Erik Stalman, diretor do Open Internet Project, citado pelo Le Monde.

Um dos alvos das críticas das operadoras de comunicações é o presidente Barack Obama, que declarou publicamente o seu apoio à neutralidade da net e o seu empenho para que a internet passasse a ser considerada um bem público, tal como a rede telefônica. A sua opinião foi seguida por três dos cinco comissários a FCC, que aprovaram esta quinta-feira um documento sobre as linhas de ação a seguir. As novas regras permitem à FCC proibir e punir os fornecedores de internet que bloqueiem conteúdo legal ou que acelerem - ou travem - a velocidade de certos conteúdos.

Tom Wheeler, presidente da FCC, também se congratulou com a decisão, afirmando que a Comissão irá “usar todas as ferramentas de que dispõe para proteger os inovadores e os consumidores”, preservando a Internet como o “coração da liberdade de expressão e dos princípios democráticos”. Para além da proibição à limitação da velocidade de acesso aos conteúdos, as novas regras também prevêem a proteção da privacidade e a disponibilização do serviço de internet aos cidadãos com deficiência ou que vivam em locais isolados.

Fonte: Carta Maior

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UM MORADOR DE RUA FOI MORTO A TIROS NA RUA EM LOS ANGELES POR POLICIAIS



Um morador de rua foi morto a tiros na rua por Los Angeles Police Department (LAPD) oficiais, o que provocou protestos.

Um vídeo do tiroteio de domingo, que foi postado no Facebook por uma testemunha, mostrava um homem balançando os braços violentamente contra a polícia antes de ser atirado ao chão. 



Como pelo menos três oficiais tentaram conter o homem, que pode ser ouvido gritando: "Largue a arma !, Largue a arma!"

Pelo menos cinco tiros podem ser ouvidos como oficiais parecem atirar no homem.

Vídeo do incidente se espalhou rapidamente, uma vez que foi compartilhado nas redes sociais em todo o mundo.

LAPD comandante Andrew Smith disse ao Los Angeles Times que os oficiais tinham frequentado a cena, no centro de área de Skid Row de Los Angeles, em reponse a um possível roubo e tinha encontrado o homem que começou a lutar com os oficiais.

A polícia de Los Angeles mais tarde postou vários tweets de descrever sua versão do evento.

Smith disse que os policiais utilizaram um Taser, mas foi "ineficaz".


"Em algum ponto de lá, uma luta por uma das armas do policial ocorreu", disse Smith. "Naquele momento, um tiroteio envolveu-oficial aconteceu."

Enquanto a polícia continuou a investigar o tiroteio, o Times informou que dezenas de ativistas sem-teto se reuniram na próxima Pershing Square na noite de domingo para protestar contra o tiroteio.

Em 2011, dois policiais da Califórnia foram capturados em vídeo batendo deficientes mentais sem-teto Kelly Thomas até a morte - que provocou protestos e um clamor nacional. Os dois oficiais foram posteriormente absolvido depois de ser acusado pelo incidente.

No ano passado, protestos massivos se espalham a partir da área de St. Louis em todos os EUA depois que um policial branco atirou e matou adolescente Africano-Americano desarmado Michael Brown.

Fonte: Al Jazeera

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IRAQUE LANÇA OFENSIVA PARA TER DE VOLTA A PARTIR DE TIKRIT ISIL


Milhares de soldados, milícias xiitas e membros de tribos sunitas armados lançaram ofensivas em grande escala sobre a cidade natal de Saddam Hussein.

As forças do governo apoiadas por aliados xiitas e combatentes sunitas começaram uma operação militar em grande escala para recapturar a cidade natal de Saddam Hussein do Estado Islâmico do Iraque e do grupo Levant (ISIL).

O primeiro-ministro Haider al-Abbadi disse na segunda-feira: "Hoje em dia, se Deus quiser, vamos começar uma importante campanha militar para libertar os cidadãos da província de Salahuddin, que inclui Samarra, Dhuluiya, Balad, Dujail, al-Alam, al-Door, e Tikrit e outras zonas da província de ISIL ".

"Apelo a você e todos os outros comandantes de lidar com cidadãos bem. Nosso objetivo é libertar as pessoas da opressão e do terrorismo de Daesh", acrescentou em um discurso televisionado, referindo-se a sigla árabe usado para descrever combatentes ISIL.

Cerca de 30.000 soldados iraquianos começaram a atacar posições ISIL em Tikrit das frentes do norte, oeste e sul cedo na segunda-feira, apoiados por artilharia e ataques aéreos por caças iraquianos.

Autoridades iraquianas informaram que as forças de segurança estavam em processo de retomada alguns bairros no nordeste do Tikrit.

Fontes do hospital disse à Al Jazeera que dois membros das forças de mobilização popular e um soldado do governo foi morto na frente norte de Tikrit na segunda-feira, enquanto 35 ficaram feridos.

Horas antes da operação, Abbadi pediu aos combatentes tribais sunitas a abandonar o grupo, prometendo-lhes o perdão.

Tikrit, alguns norte 130 km de Bagdá, caiu nas mãos de ISIL no verão passado, juntamente com a segunda maior cidade do país de Mosul e em outras áreas no coração sunita.

No domingo, as forças iraquianas lançaram uma ofensiva militar contra ISIL em outras partes da província de Salahuddin estratégico, que inclui Tikrit.

PM operação supervisionando

Abbadi chegou no domingo, no norte da cidade de Samarra em Salahuddin para supervisionar a operação militar, e prometeu "libertar" a província "da tirania dos terroristas".

Milhares de tropas do governo, os combatentes de milícias xiitas e tribos sunitas se reuniram em torno de Samarra para a operação nas fortalezas vizinhas de ISIL perto do rio Tigre, Al Jazeera tem aprendido.

Militar do Iraque, também disse à agência de notícias Reuters que cerca de 2.000 combatentes da milícia xiita ter chegado perto de Tikrit, em preparação para a grande operação.

Raed Salahuddin, governador de Salahuddin, havia dito na semana passada que 5.000 combatentes das forças de segurança e Hashid Shaabi milícia, que foi formado no ano passado com apoio iraniano, iria se juntar a operação.

Da Al Jazeera Jane Arraf, relatando de Bagdá, disse que "este é um dos maiores operações militares que eventualmente proceder para ter de volta Mosul", referindo-se a principal cidade da província de Nínive, que é a força da ISIL.

O correspondente da BBC disse que os ataques aéreos norte-americanos também são esperados para fornecer back-up para as tropas iraquianas no chão.

"Este não é esperado para ser uma luta fácil", disse ela. "ISIL cavou lá".

Em seu discurso em Samarra, Abbadi alertou as tropas para "garantir a segurança de todos os nossos civis", como eles se movem em direção ao norte para Mosul.

À frente da operação terrestre, no sábado, os lutadores ISIL lançou ataques preventivos contra alvos em Samarra.

Depois de meses de ataques aéreos por os EUA e seus aliados ocidentais e árabes, ISIL está na defensiva em várias partes do "califado" declarou em faixas de Iraque e Síria.

Fonte: Al Jazeera e agências

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TRIBUNAL COREANO SUL LEGALIZA ADULTÉRIO


Perto de 5.500 pessoas tenham sido anteriormente indiciado sob a acusação de adultério nos últimos seis anos - incluindo cerca de 900 em 2014 [AP]

Tribunal Constitucional da Coreia do Sul derrubou a 60-year-old lei que proíbe o adultério ao abrigo do qual os infratores enfrentou até dois anos de prisão.

A bancada de nove membros governado por sete para dois que a lei era inconstitucional em 1953 de uma decisão proferida na quinta-feira.

"Mesmo que o adultério deve ser condenado como imoral, o poder do Estado não deve intervir na vida privada das pessoas", disse o juiz que presidia Parque Han-Chul.

Foi a quinta vez que o tribunal ápice havia considerado a legalidade constitucional da legislação que tinha feito a Coreia do Sul um dos países não-muçulmanos alguns a considerar a infidelidade conjugal como um ato criminoso.

Nos últimos seis anos, cerca de 5.500 pessoas foram anteriormente indiciado sob a acusação de adultério - incluindo cerca de 900 em 2014.

Mas os números tinham sido de queda, com casos que terminam em prisão cada vez mais raro.

Considerando que 216 pessoas foram presas nos termos da lei, em 2004, esse número caiu para 42 em 2008, e desde então apenas 22 encontraram-se atrás das grades, de acordo com dados do Ministério Público do Estado.

A tendência de queda foi em parte um reflexo da mudança de tendências sociais em um país onde uma rápida modernização tem freqüentemente entraram em confronto com as normas tradicionalmente conservadores.

Fonte: AFP

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